A Fundação Cupertino de Miranda lançou, em 2011, o Festival Internacional de Polifonia Portuguesa e já faz parte da sua programação anual. Assim, em 2018, encontramo-nos na oitava edição do Festival, com objetivos de promoção da música polifónica dos século XVI e XVII, mas também de divulgação da história e arquitetura dos espaços por onde este passa, com ligações intrínsecas ao período do Barroco.

Cidades como Amarante (Igreja de São Gonçalo), Braga (Basílica do Bom Jesus, Igreja de São Vitor, Catedral de Santa Maria – Sé, Igreja do Mosteiro de Tibães), Barcelos (Igreja Beneditina de Nossa Senhora do Terço), Coimbra (Igreja de Santa Cruz), Porto (Igreja de São Francisco e Igreja de São Lourenço – Grilos), Vila do Conde (Igreja Matriz), Vila Nova de Famalicão (Igreja do Mosteiro de Landim), Ponte de Lima (Igreja da Misericórdia), Guimarães (igreja da Nossa Senhora da Oliveira), Santo Tirso (Igreja do Mosteiro de São Bento), Santiago de Compostela (San Martín Pinario) Viana do Castelo (Igreja de São Domingos) foram palco do Festival, por onde passaram cerca de 12.000 pessoas.

Este ano as cidades de Amarante (Igreja de São Gonçalo), Braga (Igreja dos Terceiros), Coimbra (Igreja de Santa Cruz), Guimarães (Igreja de São Domingos - Paroquial de São Paio), Porto (Igreja de São Lourenço – Grilos), Vila Nova de Famalicão (Mosteiro de Santa Maria de Landim), Aveiro (Museu de Aveiro- Igreja de Jesus) acolhem mais uma vez o Festival, ao qual se junta a cidade de Oliveira do Bairro (Igreja de São Simão - Matriz de Oiã) pela primeira vez.

Concertos, visitas guiadas, seminários e sermões e declamações integram uma programação completa de promoção da cultura nacional.

Em cada edição do Festival é publicado um livro bilingue, em português e inglês, que representa um importante registo que fica de cada Festival, sendo já uma referência para estudiosos da música polifónica portuguesa e da arquitetura barroca.